Partindo do poema "DiaMundial da Criança", retirado da obra O livro dos Dias, de José Jorge Letria nasceram estes belos textos subordinados ao tema, Ser Criança ....
domingo, 8 de fevereiro de 2009
José Jorge Letria, O que eu quero ser ...
Após o estudo da Obra de José Jorge Letria, O que eu quero ser, as nossa mais novas esperanças pegaram nos lápis e deram asas à imaginação.
Partilharam com José Jorge Letria e com todos nós a profissão dos seus sonhos...
Partilharam com José Jorge Letria e com todos nós a profissão dos seus sonhos...
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Mês de Dezembro: Natal e mês de Hans Christian Andersen
Mês de Hans Christian Andersen
No mês de Dezembro, os alunos do Agrupamento irão descobrir ou redescobrir a obra do Escritor Hans Christian Andersen.Várias actividades já foram preparadas, com os seguintes objectivos:
- Divulgar a biografia e a bibliografia do autor;
- Incentivar o respeito pelas obras e seus autores;
- Fomentar o prazer da leitura e a divulgação do livro;
- Promover a leitura autónoma;
- Desenvolver a literacia.
Convidamos portanto os docentes e os alunos a lerem a magnífica obra de Hans Christian Andersen.
Lê, escreve e não te esqueças de nos mandar os teus trabalhos para os divulgarmos.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
O OUTONO
Embora não estivesse inicialmente uma actividade planeada acerca do tema "Outono", por solicitação de vários docentes foi acrescentada mais tarde. Assim os alunos puderam dar asas à sua imaginação, criando trabalhos muito lindos:









e cada um criou o final de uma pequena história:


Os alunos da Turma do 2ºB, elaboraram este magnífico trabalho. Nas raizes e nas ramificações da árvore, cada um se pronunciou sobre o Outono, com expressões do tipo "O Outono cheira a Natal", "O outono é colorido" ou ainda "No Outono, os dias ficam pequenos ".
Os alunos: Ana Luís, Eva e Pedro Filipe da Turma do 4ºA e: Ana Luisa, Daniel e Luís do 4ºB criaram pequenos poemas sobre o Outono:

Os alunos da Turma do 4ºC, também fizeram a mesma actividade:

mas também criaram a seguinte banda desenhada:






Os alunos do Jardim de Infância de Atilhó, criaram a seguinte história:
e cada um criou o final de uma pequena história:


segunda-feira, 24 de novembro de 2008
São Martinho
Foram muitos os trabalhos para o São Martinho, vamos ver alguns:
“A última castanha”
Era uma vez uma castanha que vivia num castanheiro, juntamente com as outras castanhas.
Chegou o Outono, o vento soprou forte e as castanhas começaram a cair.
Caíram as castanhas todas. Só ficou uma castanha no cimo do castanheiro. Era uma castanha triste e sozinha.
Na noite de S. Martinho os garotos e os pais dos garotos foram para debaixo do castanheiro fazer um magusto.
A castanha muito admirada não sabia o que era aquilo…
No dia seguinte, a castanha caiu entre duas pedras e ficou apertada. À tarde, às 2h:00, os garotos e os pais, foram às castanhas para dar à tia e viram a castanha entre duas pedras e apanharam-na.
Quase à noite, às 6h:00, foram para casa da tia para assar as castanhas e beber o vinho. Os garotos e os pais chamaram os vizinhos para fazer uma festa. Todos cantaram, dançaram, comeram as castanhas, beberam vinho e sumo. Tudo isto era uma festa enorme. Mas eles estavam cá fora e começou a fazer muito frio e a chuviscar umas pingas grossas. Tiveram que acabar com a festa. E assim terminou a vida daquela castanha, no assador.
Sónia Pires 3ºB
Na AEC Hora do Conto também comemoraram o S. Martinho
Era uma vez uma castanha que vivia num castanheiro, juntamente com as outras castanhas.
Chegou o Outono, o vento soprou forte e as castanhas começaram a cair.
Caíram as castanhas todas. Só ficou uma castanha no cimo do castanheiro. Era uma castanha triste e sozinha.
Na noite de S. Martinho os garotos e os pais dos garotos foram para debaixo do castanheiro fazer um magusto.
A castanha muito admirada não sabia o que era aquilo…
No dia seguinte, a castanha caiu entre duas pedras e ficou apertada. À tarde, às 2h:00, os garotos e os pais, foram às castanhas para dar à tia e viram a castanha entre duas pedras e apanharam-na.
Quase à noite, às 6h:00, foram para casa da tia para assar as castanhas e beber o vinho. Os garotos e os pais chamaram os vizinhos para fazer uma festa. Todos cantaram, dançaram, comeram as castanhas, beberam vinho e sumo. Tudo isto era uma festa enorme. Mas eles estavam cá fora e começou a fazer muito frio e a chuviscar umas pingas grossas. Tiveram que acabar com a festa. E assim terminou a vida daquela castanha, no assador.
Sónia Pires 3ºB
Na AEC Hora do Conto também comemoraram o S. Martinho
Novembro, mês de Sophia - trabalhos
E aqui vão algumas das actividades realizadas com os alunos do Agrupamento no mês de Sophia:

Eu não teria tomado essa decisão. Essa grande árvore era muito importante para a ilha, por isso teria criado vários espaços sem folhas entre a folhagem densa, para que os raios de sol pudessem entrar. Também podaria um pouco a árvore, mas nada de exagerado.
Construía casas altas, que ultrapassassem a folhagem. Arranjava um sistema de aquecimento a partir do sol, que seria instalado no topo da árvore, que transmitisse luz e calor para as casas, com estruturas e materiais próprios para a humidade.
Seria dada a hipótese às pessoas de embarcarem num barco para outra ilha.
E assim, sem estragar a árvore, resolvia-se o problema.
António Fidalgo n.º1 6º A
(Actividade dinamizada em Estudo Acompanhado)

Arlindo André de Cima
N.º2 6ºA
( Actividade dinamizada em Estudo Acompanhado)


Também na Hora do Conto navegámos no mundo mágico da Fada Oriana. Os alunos do 2º A foram contagiados pela magia desta obra e elaboraram um texto ao qual deram o nome "Um encontro com a Fada Oriana".
Um encontro com a fada Oriana

Plano Nacional de Leitura – Projecto “ Ler na Escola”
A Árvore
Eu não teria tomado essa decisão. Essa grande árvore era muito importante para a ilha, por isso teria criado vários espaços sem folhas entre a folhagem densa, para que os raios de sol pudessem entrar. Também podaria um pouco a árvore, mas nada de exagerado.
Construía casas altas, que ultrapassassem a folhagem. Arranjava um sistema de aquecimento a partir do sol, que seria instalado no topo da árvore, que transmitisse luz e calor para as casas, com estruturas e materiais próprios para a humidade.
Seria dada a hipótese às pessoas de embarcarem num barco para outra ilha.
E assim, sem estragar a árvore, resolvia-se o problema.
António Fidalgo n.º1 6º A
(Actividade dinamizada em Estudo Acompanhado)

Arlindo André de Cima
N.º2 6ºA
( Actividade dinamizada em Estudo Acompanhado)

Na comemoração do Dia do Mar, a Coordenadora do Projecto Eco-Escolas articulou as suas actividades com as do Plano Nacional de Leitura, colocando um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen num dos paineis da exposição.
Também na Hora do Conto navegámos no mundo mágico da Fada Oriana. Os alunos do 2º A foram contagiados pela magia desta obra e elaboraram um texto ao qual deram o nome "Um encontro com a Fada Oriana".
Um encontro com a fada Oriana
Era uma vez uma fada chamada Oriana. Era uma fada boa e muito bonita. Vivia livre, alegre e feliz dançando nos campos, nos montes, nos bosques, nos jardins e nas praias.
A vida desta fada estava repleta de aventuras. É uma dessas aventuras que queremos contar-vos.
Um dia, um grupo de meninos andava a passear numa floresta e, de repente, vinda de dentro de uma árvore forte e negra, uma luz brilhante encanto-os. Curiosos, estes aproximaram-se e uma fada boa e linda veio ter com eles.
- Quem és? És uma fada?
- Sim, sou!
- És tão bonita!!!
- Muito obrigada! E vocês, quem são?
- Nós somos os alunos do 2º A, do Agrupamento de Escolas Gomes Monteiro, aqui em Boticas. A nossa Professora teve a maravilhosa ideia de nos trazer a esta floresta para vermos os seus encantos. Deixou-nos explorá-la durante uns minutos, mas com a condição de não nos afastarmos muito.
- Ainda bem que a vossa Professora não está aqui pois as fadas só se mostram às crianças, às flores, às árvores e aos animais.
- Fada, como te chamas e o que fazes aqui?
- O meu nome é Oriana, e tomo conta desta floresta. Cuido das plantas, dos animais e dos homens. Gosto de viver aqui e, neste lugar, tenho tudo aquilo que preciso.
- Estamos curiosos por saber de que te alimentas. Por aqui parece não haver nada de apetitoso!
- Nesta floresta, neste local encantado, há coisas deliciosas. Eu adoro amoras e como imensas.
- Mas a floresta parece só ter árvores!
- Não, não, há aqui muitos seres: flores delicadas e coloridas, árvores de muitas espécies, frutos deliciosos, cogumelos gigantes, animais que falam… Na Primavera a floresta tem mais vida, no Verão o sol brilha com mais força, no Outono as folhas parecem diamantes que iluminam o chão e no Inverno cai neve colorida. Para poder tratar de tudo e de todos, conto com a ajuda dos meus amigos duendes. Infelizmente também andam por aqui umas fadas más que querem dar cabo da floresta, dos seus animais e das suas plantas. Vêm para aqui fazer estragos e destruir tudo. As lagartixas e os outros animais queixam-se do lixo que lhes estraga as casinhas. Enfim… aqui há muito que fazer.
- Que bom, Oriana, é muito generoso da tua parte ajudares e cuidares de todos os seres, das suas casas e das suas vidas.
- E tu, Oriana, vives aqui, nesta velha árvore?
- Não, vim cá ajudar um esquilo que estava em apuros.
- Então onde vives? Como é a tua casa?
- Eu vivo numa bela casinha, no cimo de uma árvore, perto de um lago encantado. É uma casa especial: as janelas e o telhado são feitos de chocolate; a porta, essa, é de caramelo resistente, para que o vento não entre; a chaminé é feita de chupas. Foram os duendes que me ajudaram a construí-la, assim como são eles que fazem toda a minha roupa.
- É linda a tua roupa! De que é feita?
- Bem, tenho roupa que uso de acordo com cada estação. Se no Inverno uso sapatos de gelo e vestidos de neve, na Primavera os meus sapatos são feitos de lindas e cheirosas pétalas que as flores me oferecem e a minha roupa é da mais suave e delicada seda. Os meus brincos são cristais que o Inverno me ofereceu e o meu colar raios de sol que o Verão trouxe. Todos os dias, as flores dão-me um pouco do seu perfume e as amoras e morangos um pouco da sua cor para ficar ainda mais bonita. Tudo isto para me agradecerem a ajuda que lhes dou. Ando sempre atarefada mas feliz: ajudo todos, quando estão em perigo, dou de beber às plantas, apanho cogumelos par alimentar os animais, trago-lhes sol quando os dias ficam mais tristes, … enfim, dou-lhes carinho sempre que precisam.
- Então deves ter muitos amigos?
- Sim, sou uma fada com muita sorte. Os animais, as plantas e mesmo os homens são meus amigos porque, embora estes não me vejam, dizem: “a minha fada madrinha nunca me abandona”.
Oriana e os meninos mantinham esta conversa interessante, numa viagem maravilhosa ao mundo desta fada, quando a Professora chama pelos seus alunos:
- Meninos, meninos, chegou a hora de regressarmos à escola. Temos de voltar antes que anoiteça.
- Sim, Sra. Professora, estamos a caminho!
Muito tristes, tiveram de despedir-se de Oriana. Pediram-lhe que protegesse a natureza e todos, para que o mundo fosse mais feliz.
- Prometo que vou tentar realizar o vosso sonho. Prometam-me que não se esquecem de mim e que voltam cá para me visitarem. Prometam-me que nunca vão prejudicar a Natureza …
- Oriana?
-Sim?
- Podes encantar o mundo?
- Com a vossa ajuda um dia o mundo será um mundo melhor ….
A vida desta fada estava repleta de aventuras. É uma dessas aventuras que queremos contar-vos.
Um dia, um grupo de meninos andava a passear numa floresta e, de repente, vinda de dentro de uma árvore forte e negra, uma luz brilhante encanto-os. Curiosos, estes aproximaram-se e uma fada boa e linda veio ter com eles.
- Quem és? És uma fada?
- Sim, sou!
- És tão bonita!!!
- Muito obrigada! E vocês, quem são?
- Nós somos os alunos do 2º A, do Agrupamento de Escolas Gomes Monteiro, aqui em Boticas. A nossa Professora teve a maravilhosa ideia de nos trazer a esta floresta para vermos os seus encantos. Deixou-nos explorá-la durante uns minutos, mas com a condição de não nos afastarmos muito.
- Ainda bem que a vossa Professora não está aqui pois as fadas só se mostram às crianças, às flores, às árvores e aos animais.
- Fada, como te chamas e o que fazes aqui?
- O meu nome é Oriana, e tomo conta desta floresta. Cuido das plantas, dos animais e dos homens. Gosto de viver aqui e, neste lugar, tenho tudo aquilo que preciso.
- Estamos curiosos por saber de que te alimentas. Por aqui parece não haver nada de apetitoso!
- Nesta floresta, neste local encantado, há coisas deliciosas. Eu adoro amoras e como imensas.
- Mas a floresta parece só ter árvores!
- Não, não, há aqui muitos seres: flores delicadas e coloridas, árvores de muitas espécies, frutos deliciosos, cogumelos gigantes, animais que falam… Na Primavera a floresta tem mais vida, no Verão o sol brilha com mais força, no Outono as folhas parecem diamantes que iluminam o chão e no Inverno cai neve colorida. Para poder tratar de tudo e de todos, conto com a ajuda dos meus amigos duendes. Infelizmente também andam por aqui umas fadas más que querem dar cabo da floresta, dos seus animais e das suas plantas. Vêm para aqui fazer estragos e destruir tudo. As lagartixas e os outros animais queixam-se do lixo que lhes estraga as casinhas. Enfim… aqui há muito que fazer.
- Que bom, Oriana, é muito generoso da tua parte ajudares e cuidares de todos os seres, das suas casas e das suas vidas.
- E tu, Oriana, vives aqui, nesta velha árvore?
- Não, vim cá ajudar um esquilo que estava em apuros.
- Então onde vives? Como é a tua casa?
- Eu vivo numa bela casinha, no cimo de uma árvore, perto de um lago encantado. É uma casa especial: as janelas e o telhado são feitos de chocolate; a porta, essa, é de caramelo resistente, para que o vento não entre; a chaminé é feita de chupas. Foram os duendes que me ajudaram a construí-la, assim como são eles que fazem toda a minha roupa.
- É linda a tua roupa! De que é feita?
- Bem, tenho roupa que uso de acordo com cada estação. Se no Inverno uso sapatos de gelo e vestidos de neve, na Primavera os meus sapatos são feitos de lindas e cheirosas pétalas que as flores me oferecem e a minha roupa é da mais suave e delicada seda. Os meus brincos são cristais que o Inverno me ofereceu e o meu colar raios de sol que o Verão trouxe. Todos os dias, as flores dão-me um pouco do seu perfume e as amoras e morangos um pouco da sua cor para ficar ainda mais bonita. Tudo isto para me agradecerem a ajuda que lhes dou. Ando sempre atarefada mas feliz: ajudo todos, quando estão em perigo, dou de beber às plantas, apanho cogumelos par alimentar os animais, trago-lhes sol quando os dias ficam mais tristes, … enfim, dou-lhes carinho sempre que precisam.
- Então deves ter muitos amigos?
- Sim, sou uma fada com muita sorte. Os animais, as plantas e mesmo os homens são meus amigos porque, embora estes não me vejam, dizem: “a minha fada madrinha nunca me abandona”.
Oriana e os meninos mantinham esta conversa interessante, numa viagem maravilhosa ao mundo desta fada, quando a Professora chama pelos seus alunos:
- Meninos, meninos, chegou a hora de regressarmos à escola. Temos de voltar antes que anoiteça.
- Sim, Sra. Professora, estamos a caminho!
Muito tristes, tiveram de despedir-se de Oriana. Pediram-lhe que protegesse a natureza e todos, para que o mundo fosse mais feliz.
- Prometo que vou tentar realizar o vosso sonho. Prometam-me que não se esquecem de mim e que voltam cá para me visitarem. Prometam-me que nunca vão prejudicar a Natureza …
- Oriana?
-Sim?
- Podes encantar o mundo?
- Com a vossa ajuda um dia o mundo será um mundo melhor ….
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Novembro, mês de Sophia
Inserido na actividade "Projecto Ler na Escola" do nosso Plano de actividades do Plano Nacional de Leitura, desenvolve-se neste mês de Novembro, o mês de Sophia de Mello Breyner Andresen.Estão portanto disponíveis diversas actividades que iremos divulgar no nosso Blog, que têm como objectivos:
- Divulgar a biografia e a bibliografia do autor;
- Incentivar o respeito pelas obras e seus autores;
- Fomentar o prazer da leitura e a divulgação do livro;
- Promover a leitura autónoma;
- Desenvolver a literacia.
Convidamos-te portanto a requisitares os seguintes livros de Sophia de Mello Breyner Andresen, que estão disponíveis na Biblioteca:
- Contos exemplares
-O cavaleiro da Dinamarca
-Dia do mar
-O colar
-Histórias da Terra e do Mar
-A floresta
-A árvore
- O rapaz de bronze
- A fada Oriana
-A menina do mar
Lê, escreve e não te esqueças de nos mandar os teus trabalhos para os divulgarmos.
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